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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Entrevista - Nana












Há um tempo atrás eu falei sobre a Nana. E pra quem não viu, é só clicar aqui.

Enfim, Nana foi uma fofa conosco e nos concedeu uma entrevista exclusiva.
Confira abaixo:


  • LC: Quando você começou a cantar e quando descobriu que era isso que você gosta de fazer?

N: Bom, eu sempre gostei de cantar e tocar (desde criança mesmo), mas acho que demorou para eu perceber que só queria fazer isso. Antes, estudei jornalismo, mas abandonei para estudar composição e me dedicar apenas à música.
 
  • LC: Você recebeu incentivo da sua família e amigos?

N: Sim! O mais importante é a gente passar a eles confiança e certeza de que esse é o caminho que a gente quer seguir. Como eu já tinha feito outra faculdade antes, acho que foi mais fácil para minha família perceber que "ok, eu tentei, mas não era o que eu queria". Todo mundo já sabia de minhas experiências com música, então isso deve ter ajudado também. A verdade é que tive muita sorte; a maioria dos meus amigos não teve suporte da família na hora de escolher fazer artes.
 
  • LC: O que inspira a você e a sua música? 

N: Acho que tudo o que me emociona de algum modo (o que não é muito difícil). As vezes é um filme, as vezes uma fotografia, uma cidade, uma pessoa, um bicho, uma folha de árvore. Eu tento ver beleza em cada coisinha.
 
  • LC: Explique por que escolheu o título "pequenas margaridas" para o seu álbum, o mesmo nome do filme de Vera Chytilová.

N: Quando estava compondo as músicas do álbum, eu percebi que todas tinham um pouco desse espírito feminino e independente do filme, e essas visões de liberdade, de consciência do eu, de transgressão, que permeiam Sedmikrasky, também fazem parte de minha arte. Fora que é um dos filmes mais lindos que já vi, o que me deixou bem fascinada por muitos meses.
 
  • LC: O que você gosta de fazer (além de compor e cantar haha)?

N: Minha irmã costuma dizer que eu passo o dia inteiro "cortando papel", porque gosto muito de fazer trabalhos manuais! Mas também gosto muito de cozinhar, de estudar idiomas (sério, é meu grande hobby) e de sair com meus amigos.

 
  • LC: Como você se imagina daqui a 5 anos?

N: Não sei, eu tento não imaginar muito. O que eu mais quero é conseguir viver só de música.

 
  • LC: Qual é a sua música favorita do seu álbum?

N: "As nuvens"! Sem dúvidas : )



Recadinho da Nana:
Quero convidá-los a visitar meu site www.pequenasmargaridas.com! Tem show dia 16/11 em Curitiba e 30/11 em São Paulo, e em breve lançarei mais um clipe! Mais detalhes em minha página no facebook www.facebook.com/ouvindonana.  ; )

Ouça as músicas da Nana aqui.






Acompanhe o blog nas redes sociais:

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Entrevista - Cora Harrison









A Cora Harrison é muito atenciosa comigo e com todos seus leitores. Ela nos disse que o livro dela "Jane Austen stole my boyfriend", continuação de "Eu fui a melhor amiga de Jane Austen" será publicado no Brasil pela editora Rocco e ainda deu dicas para quem quer ser escritor. Confira abaixo:
T- Quando você começou a escrever?  C- Eu costumava querer ser autora quando eu tinha uns dez anos de idade, mas depois esqueci disso até que eu me aposentei do meu trabalho como professora. Eu tive uma doença muito grave e foi, ao passo que me recuperava, que eu comecei a escrever para passar o tempo. Eu tive sorte o suficiente para conseguir uma editora para o primeiro livro e, em seguida, passei a escrever outros - em breve vou ter alcançado 50 livros publicados!
T- Qual foi sua inspiração para escrever o livro "Eu fui a melhor amiga de Jane Austen"? C- Eu me inspirei para escrever "Eu fui a melhor amiga de Jane Austen" quando eu encontrei um livro das histórias que Jane escreveu quando adolescente. Essas histórias pareciam mostrar um sentimento maravilhoso de diversão que me inspirou à descrever sua personagem como divertida e cômica.
T- Recentemente ficamos sabendo que seu livro "Jane Austen stole my boyfriend" (tradução livre: "Jane Austen roubou meu namorado"), vai ser publicado no Brasil. Como você se sentiu ao ouvir isso? Você gostaria de vir ao Brasil? C- Eu fiquei muito animada quando soube que "Jane Austen stole my boyfriend" iria ser publicado no Brasil - em primeiro lugar, porque eu sabia que eu tinha uma grande fã (chamada Taiane) naquele país e em segundo lugar porque o Brasil é um país empolgante, que eu gostaria de visitar algum dia. Eu amaria muito ver as maravilhosas praias e florestas tropicais.
T- Que mensagem você procurou passar em seus livros? C- A mensagem que eu queria passar em meus livros sobre Jane Austen é, em primeiro lugar, a escritora maravilhosa que ela é - seus livros e os personagens em si são tão relevantes hoje em dia como há duzentos anos. Em segundo lugar, para permitir que outros compartilhem o meu amor pela história - para dar a outros a oportunidade de mergulhar no passado.
T- O que você diria pra quem quer ser escritor? C- que eu diria para quem quer escrever é perseverar - não é fácil escrever um livro inteiro, mas a menos que você faça um pouco todos os dias - ou a cada fim de semana - você não vai conseguir. Em segundo lugar ouvir atentamente pessoas conversando e fazer pequenas anotações, talvez, de coisas que eles dizem que mostram a sua personalidade. Acho que o melhor conselho que eu posso dar à um aspirante a autor é imaginar (ou mesmo escrever) o seu final antes de você se permitir começar o primeiro capítulo.
T-Qual o estilo de livro você gosta de ler? C- Eu amo ler romances históricos.
T- Qual é a parte mais difícil e a mais edificante de ser escritora? C- A parte mais difícil de ser um romancista é esperar para ouvir se o seu editor gosta ou não do seu livro. A parte mais gratificante é quando chega aos 75% de escrita do seu livro. O último trimestre é como descer de bicicleta uma ladeira - é muito rápido.
Tem alguma dúvida, pergunta ou quer enviar sua história para a Cora? É só acessar:



sábado, 21 de setembro de 2013

Entrevista - Paula Pimenta

O post de hoje está super especial! A entrevista é com ninguém mais ninguém menos que Paula Pimenta!
Para quem não sabe, Paula Pimenta é autora das séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série, além dos livros Apaixonada por palavras, de crônicas, Confissão, de poemas e mais recentemente, O livro das princesas, junto com as autoras Patrícia Barboza, Lauren Kate e Meg Cabot no qual Paula escreveu uma releitura da história da Cinderella. 

A Paula contou pra gente um pouco dessa ligação dela com as histórias que escreve. Confira abaixo:


T- Seus livros abordam mais o público infanto-juvenil. Você já pensou em escrever algo voltado pro público jovem-adulto?
P- Sim, já pensei, inclusive tenho algumas ideias. Mas estou com vários projetos mais imediatos ainda para o público adolescente, então primeiro vou colocá-los em prática. Mas com certeza está nos meus planos escrever livros com protagonistas mais adultos.

T- Qual é a principal mensagem que você procura passar nos seus livros?
P- Gosto de mostrar através das minhas personagens que não devemos ficar parados, esperando as coisas baterem em nossa porta. O ideal é correr atrás da realização dos sonhos e fazer todo o possível para realizá-los. Só assim podemos encontrar não só um, mas vários finais felizes!

T- Todos nós sabemos como é difícil publicar um livro e ser reconhecido. Como foi, para você, conseguir publicar e alcançar tantas pessoas com seus livros?
P- Quando eu comecei a escrever “Fazendo meu filme”, nem imaginava que ele seria publicado. Eu escrevia pra mim, sem pretensão nenhuma. Só quando terminei é que senti uma vontade grande de ver o livro impresso e de mostrar para todo mundo. Conseguir uma editora foi a realização de um sonho, mas apenas três anos depois é que eu comecei a responder “escritora” quando tenho que dizer minha profissão. Hoje em dia sou escritora em tempo integral e sou muito feliz por isso! No começo, eu achava que o meu livro só ia servir pra enfeitar a estante do quarto das minhas amigas e família, nem imaginava que alguém mais iria lê-lo. Um dia depois do lançamento, eu fiquei até meio triste, pois eu havia esperado tanto por aquele momento e de repente ele tinha chegado e passado… Mas logo começaram a chegar vários e-mails e recados de leitores elogiando, comecei a ser convidada para dar palestras em escolas, recebi pedidos e mais pedidos para escrever continuações da história… Esse retorno todo foi uma surpresa muito boa!

T- Qual é a parte mais difícil e a mais edificante de ser escritora?

P- Acho que o retorno dos leitores é o melhor de tudo. Saber que alguém leu e gostou muito de algo que escrevi é uma sensação mágica. A parte difícil é que não existe descanso. O tempo inteiro estou criando mentalmente, tirando inspiração dos acontecimentos do dia a dia para novas histórias… Mas quando trabalhamos com o que gostamos é como se vivêssemos em férias constantes! Então, não tem problema!

***
E aí, gostaram?
Parece que podemos esperar vários livros novos da Paula vindo por aí!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Parceria com o blog Danielice

O blog Danielice agora é parceiro do Livros e Chá!
Então, quem quer conhecer a Dani??

Segue abaixo as respostas dela à entrevista.

Qual é o objetivo do seu blog e porque o criou?

Eu sempre acompanhei vários blogs, até que um dia resolvi fazer o meu, mais exclui, pois pensava que nunca iria dar certo, mais senti uma tremenda falta de fazer posts e compartilhar as coisas que eu conheço, então reativei o blog. 

Seus autores favoritos são...?

Adoro ler, acho que alguns escritores tem uma sensibilidade incrível, mais a que autora que mais decifrou o que eu senti e sinto até hoje, é a Martha Medeiros, sem dúvida. 

Preferência musical.

Bom, pode parecer estranho, mais eu não gosto muito de ouvir música, prefiro o silêncio, mas quando escuto música eu sempre ouço Los Hermanos, John Mayer, The Kooks, Two Door Cinema Club e Katy Perry. 

Fale um pouco sobre você.

Meu nome completo é Daniela Carvalho, tenho 19 anos, adoro dias frios e nublados, vou todo final de semana ao shopping  (mas nunca compro nada) e amo assistir um bom filme no cinema, não me canso de ler e pesquisar na internet sobre cultura pop e curiosidades, louca por informação e conhecimento.

O blog da Dani é um cantinho super fofo, onde você pode encontrar de tudo - ilustrações, textos, dicas sobre fotografia, decoração e muitas outras coisas!

Confira o post no Danielice falando do Livros e Chá aqui.











Redes sociais:

Beijos,
Tai.


domingo, 31 de março de 2013

Entrevista com Samanta Holtz

1. Qual foi sua inspiração para escrever "O Pássaro"?

A primeira “sementinha” de O Pássaro nasceu nas aulas de História do Ensino Médio. Achava a Idade Média inspiradora e admirava o sistema do Feudalismo – os vassalos, os senhores feudais, as damas... minha mente ia longe, ficava imaginando como seria a vida de uma garota que, nessa época, fosse contra as convenções da sociedade. Como seria viver um amor proibido e um sonho tão ambicioso em tempos tão difíceis, para as mulheres... Aí, sem saber, fui moldando a personagem Caroline, seus dramas, seus sonhos e sua história!

2. Recentemente, tivemos a ótima notícia que seu livro "Quero ser Beth Levitt" será publicado. O que esse livro trata? É do mesmo estilo que "O Pássaro"?

Sim!! Estou feliz demais! A produção já está chegando ao fim e, em breve, ele deve chegar às livrarias.
Enquanto “O Pássaro” é um romance de época, “Quero ser Beth Levitt” é contemporâneo. Fala sobre uma jovem bailarina chamada Amelie Wood. A garota perdeu os pais muito cedo e, desde então, vive em um abrigo de meninas. Em seu décimo oitavo aniversário, ela deixa o lugar onde viveu toda a adolescência para enfrentar o mundo em busca dos seus sonhos, levando consigo seu bem mais precioso: o velho exemplar do romance que sua mãe lia para ela, na infância. "Doce Acaso" contava a história de Beth Levitt, uma jovem que, como ela, amava o balé e via sua vida mudar ao conhecer o príncipe Edward. Ao soprar as velas, Amie não tem dúvida quanto ao pedido: Quero ser Beth Levitt!
A partir de então, sua vida passa por grandes surpresas e reviravoltas... que eu espero que encantem os leitores!!!

3. Quando começou a ter a vontade de escrever seu próprio livro?

Escrevo desde muito nova, desde histórias em quadrinhos, poesias, reflexões... O livro propriamente dito começou na adolescência, aos 14 anos. Comecei uma história no final de um velho caderno e imaginei que resultaria em um conto ou algum texto mais curto. Por fim, a história cresceu tanto que, quando vi, as páginas do caderno haviam acabado e ainda tinha muita coisa para acontecer. Foi um romance escrito sem querer! (risos) Desde então, não parei mais!

4. Quando começou sua paixão por leitura?

Aprendi a ler com um gibi do Mauricio de Souza. Minha mãe ou minha irmã mais velha que liam para mim, mas minha vontade de entender as historinhas era tão grande que, certo dia, quando vi, eu estava lendo! Tinha cinco anos e ainda não tinha entrado para a escola, então, foi um grande orgulho.
Aos dez anos, mais ou menos, comecei minha paixão por romances. Foi em uma feira do livro da minha escola, quando comprei dois livros muito fofos: “Ensaio de um beijo” e “Meu primeiro namorado”, ambos da “Coleção Primeiro Amor”. Eles foram minha porta de entrada para os romances!

5. Sua família te incentiva a escrever?

Demais! Eles sempre souberam dessa minha paixão e, desde o começo, me incentivaram a jamais desistir. Comemoram comigo todas as conquistas, todas as vitórias e me ajudam a encarar os momentos difíceis. São minha inspiração, meu porto seguro!!!

6. Qual foi a mensagem que você quis passar para seus leitores pelo seu livro?

Em “O Pássaro”, trato a questão da persistência na busca por um sonho, de ser forte perante as dificuldades e em como nossos sonhos podem evoluir, transformando-se em algo muito maior do que sonharíamos. Também mostra a importância de sabermos fazer escolhas e como elas interferem não somente em nossa vida, mas também na de quem amamos.
Já em “Quero ser Beth Levitt”, creio que a mensagem mais importante seja a de jamais perdermos nossos valores e nossa bondade, mesmo que o mundo pareça um lugar sujo. Que é possível, sim, alcançarmos nossos sonhos e metas sem puxarmos o tapete de ninguém!

7. Qual foi a sua maior dificuldade para publicar seus livros?

Creio que a mesma que a grande maioria dos novos autores enfrenta: conseguir a aprovação de uma boa editora e conquistar o meu espaço no meio editorial, entre os leitores. Foram anos enviando meus originais, tomando “nãos”, ficando sem resposta... porém, jamais desisti. E, quando finalmente consegui publicar, também veio a dificuldade de conquistar o coração e a confiança dos leitores. Enquanto somos anônimos, tudo é mais difícil. Mas vai melhorando, desde que trabalhemos duro e dermos o nosso melhor!!!

8. Qual é a sua dica pra quem quer ser escritor?

Em primeiro lugar, veja se é isso mesmo que você quer. Se você gosta de escrever por hobby, para passar o tempo, ou se gostaria mesmo de viver disso (ou parcialmente disso!). Afinal, ser escritor não é apenas ficar escrevendo; tem a divulgação, os eventos, as vendas, lidar com críticas negativas e positivas, responder os contatos dos leitores, dos blogueiros etc. É um trabalhão, e é preciso muito amor ao que fazemos para aguentarmos o tranco!!! (risos)
Quanto à conquista da publicação, não podemos nos deixar abater pelas dificuldades. Para a grande maioria dos novos autores, como em qualquer outra carreira artística, a porta de entrada é a mais difícil de ser aberta. No entanto, depois que a atravessamos, desde que saibamos nos colocar bem diante do público e das editoras e fazer um bom trabalho, as coisas acontecem com mais facilidade. Um “não” não significa que seu trabalho seja ruim; significa que tem muuuita gente querendo o seu espaço, e pode ser que ainda não seja a sua vez. Confie em Deus e que há o melhor momento para tudo; e continue fazendo a sua parte, ou seja, trabalhando e se esforçando. Quando olho para trás, agradeço cada “não” que recebi, pois hoje (e só hoje) vejo que, de fato, ainda não era o momento certo para eu conseguir. Claro, tenha um bom senso crítico, veja se realmente o seu dom está na escrita, o que você ainda precisa melhorar (pois sempre precisamos)... para isso, conte com o parecer de pessoas críticas e sinceras, que lhe darão pareceres sinceros sobre o seu trabalho. E PERSISTA!!!

9. O que você gosta de ler?

Sou bastante eclética! Gosto de ler romances, suspense, chick-lit... na verdade, todo bom livro me atrai, independentemente do tema :)

10. Quem é Samanta Holtz?
Eu sou uma pessoa positiva, gosto de acreditar sempre no melhor! Mesmo quando as coisas não saem como esperamos, confio na vontade de DEUS e me mantenho atenta para agarrar as oportunidades que Ele me traz. Amo os animais, a natureza e tendo a confiar demais nas pessoas (talvez porque eu própria seja incapaz de trair a confiança de alguém!). Amo livros desde que me entendo por gente, o que talvez se explique por eu ter nascido justamente no dia 23 de Abril, dia Mundial do Livro :)
Quero agradecer o espacinho que reservou para mim aqui em seu blog! E dizer aos meus leitores, amigos e parceiros que vocês são a minha razão de existir enquanto escritora... sem o carinho de vocês, as opiniões, as críticas e o incentivo, talvez eu não tivesse chegado até aqui. E espero ir muito mais longe, recompensando-os com trabalhos com qualidade cada vez maior!

Um beijo a todos!
Samanta Holtz

***
Nem é fofa, né gente?
Samanta, queria te agradecer muito por ter respondido às perguntas, por me dar atenção, me dar dicas!
Te desejamos muito sucesso com seus livros!
Beijão,
Taiane.

domingo, 16 de setembro de 2012

Entrevista com Bella Borges

Prometi e cumpri!!! Aqui está a entrevista com ninguém mais, ninguém menos que Bella Borges!!!
1- Como veio a ideia de escrever "Capuleto"?
Eu comecei a criar a obra quando estava assistindo o Cirque Du Soleil com meu pai, e de repente apareceu uma menina muito linda dançando lentamente. Logo depois, criei os nomes para os personagens principais e o primeiro beijo foi a primeira cena que criei. Então eu tive que começar a escrevê-la.
2- O nome "Capuleto" e "Julieta" tem algo a ver com Shakespeare?
Sim, claro. Afinal, Julieta Capuleto foi Shakespeare que a inventou, e por minha história ser fictícia, ela está lá!
3- Quando começou a escrever o livro?
Acredito que foi no final de 2010 e terminei no início de 2011.
4- Você escreveu o livro visando publicá-lo, ou de início era só uma brincadeira?
Não, Capuleto, não. Sempre acreditei que Capuleto era algo mais sério. Mas minhas outras histórias foram tudo na base da brincadeira e diversão.
5- Quando começou a ter vontade de escrever?
No site de fanfics onde várias pessoas podem enviar suas histórias e se divertir em um mundo onde tudo que uma fã gostaria que acontecesse, acontece. E com isso, eu enviei minha primeira quadrologia para o site e ao ver o número de leitores satisfeitos, me deparei a escrever mais e isso acabou virando um amor que eu tenho pela escrita e leitura.
6- Quando começou sua paixão por leitura?
Quando eu li o livro Sábado à Noite por Babi Dewet, mas naquela época ainda não era livro. E eu sempre tive atração pelos filmes do Nicholas Sparks e ao descobrir que eram livros, eu tive que comprar todos! Foi assim que eu comecei a ser fanática por livros de romance.
7- Sua família te incentiva a escrever?
Sim! Na verdade, foram eles que falaram para eu publicar um livro! Eu imaginava publicar meu primeiro livro com trinta anos mas, Capuleto foi tão desejado pelos leitores que eu acabei publicando antes e eu não me arrependo disso!
8- Quem é Bella Borges?
Bem, vocês sempre vão me encontrar nos livros como "A Romântica", mas dentro disso existe uma menina totalmente desajeitada, alegre, boba, com ideias absurdas, avoada... E várias outras coisas, como ser cabeça dura, chorona e brincalhona. Nasci dia 30 de abril, amo a Europa, musicas britânicas, o seriado F.R.I.E.N.D.S, livros do Nicholas Sparks e protetora do meio ambiente e dos animais. Tenho muitos sonhos, entre eles muito secretos, e eu acabo "tropeçando" neles por eles serem muitos! Mas eu adoro isso, não consigo mais parar de sonhar.
9- De que seu livro fala?
O livro traz aos leitores o amor verdadeiro, a lealdade entre amigos e realização de seus sonhos. Cada leitor enxerga o livro de uma forma diferente, alguns aprendem muito sobre a amizade, outros em correr atrás de seus sonhos, mas principalmente, aprendem sobre o amor verdadeiro. Sobre levar em conta a escolha do coração e não ter medo de dizer "Eu te amo" para as pessoas. Não ter medo de amar incondicionalmente, por que mesmo se um dia isso acabar, você terá em seu coração algo que ninguém poderá tirar. O valor de ter amado alguém.
10- Deixe um recado para seus fãs :)
Eu espero que vocês gostem de Capuleto, foi um livro escrito com muito carinho. Se preparem para se emocionar com os personagens, viverem ao lado deles esta aventura romântica onde tem risadas e choros pela frente, e boa leitura a todos. Eu espero que vocês recebam as mensagens do livro e nunca deixem de acreditar no amor.

Então é isso, pessoal! Espero que tenham gostado!
Bella, muito obrigada por responder às perguntas! Muito sucesso!
Beijos,
Taiane.